Não me mate de saudades…

Não me mate de saudades
Não se afaste tanto de mim
Não desenvolva essa vontade
De dar a nós um fim

Não me mate de saudades
Não esqueça a nossa história
Tivemos nossas tempestades
Mas tivemos nossas glórias

Não me mate de saudades
Nem que seja um pouquinho
Pois em mim ainda tem
De você um pedacinho!

Tentando regularizar a situação…

Boa noite, turma! Espero que tenham aproveitado bastante este feriado do dia 1º de maio.

Neste momento são nove horas e quatro minutos na capital baiana e eu estou aqui, tentando não deixar o blog morrer. Creio que todo mundo já passou por essa crise, rs.

Bem, no post E essa mania de poetizar tudo, hen? eu falei que havia escrito uma pequena crônica enquanto passava por uma grave crise de inspiração e que a postaria no fim fim da semana, mês, ano ou década. Mas, enfim, ela está aqui. Por favor, falem nos comentários se vocês já tiveram um momento Bruno. Ah! E lembram que falei que estava com uma ideia nova no último post? Pois é, e ela está sendo colocada em prática. Em breve falaremos dela e vocês poderão conferir um de seus muitos resultados! 😉

Bem, vamos lá?

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Falta de tempo…

Que saudades eu sinto de postar alguma coisa por aqui… Gente, estou sem tempo para nada. Ou quase nada. Não parei de escrever. Parei apenas de postar. Isso não significa que vou dar uma pausa no blog. Não vou mesmo! Tudo bem que as coisas por aqui estão bem, digamos, abafadas, mas eu vou dar um jeitinho. Não posso parar agora que atingi, com Joguem suas garrafas no mar!, a marca de 10 posts! Isso sem falar nos meus queridos seguidores! 😉

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