Boa noite, turma! Espero que tenham aproveitado bastante este feriado do dia 1º de maio.

Neste momento são nove horas e quatro minutos na capital baiana e eu estou aqui, tentando não deixar o blog morrer. Creio que todo mundo já passou por essa crise, rs.

Bem, no post E essa mania de poetizar tudo, hen? eu falei que havia escrito uma pequena crônica enquanto passava por uma grave crise de inspiração e que a postaria no fim fim da semana, mês, ano ou década. Mas, enfim, ela está aqui. Por favor, falem nos comentários se vocês já tiveram um momento Bruno. Ah! E lembram que falei que estava com uma ideia nova no último post? Pois é, e ela está sendo colocada em prática. Em breve falaremos dela e vocês poderão conferir um de seus muitos resultados! 😉

Bem, vamos lá?

Domingo com chuva

Já havia escutado música. Já havia tentado se concentrar na televisão. Mexeu no celular, a procura de alguém para conversar. Nada. Buscou até mesmo os livros da faculdade de Engenharia. Mas nada, absolutamente nada, era capaz de distrair sua mente. E a culpa não era dele.

Era aquele tempo chuvoso. E ele detestava chuva! Tudo ficava frio, úmido, tristonho… E, para piorar a situação, era domingo. Um dia que ele não detestava tanto quanto o clima frio. O domingo tinha suas vantagens. Ele podia descansar do sufoco que era o seu curso de Engenharia Civil.  Porém, este dia da semana sempre foi para ele mais chato do que todos os outros dias. Excepcionalmente tedioso. Não havia muito o que fazer  e, por isso mesmo, muitas vezes se pegava rezando para que a segunda-feira chegasse logo. Pode até soar contraditório, mas, na faculdade ele estaria ocupado entre uma aula e outra.

– Bruno, o que você está fazendo, meu filho? – quis saber a mãe, da sala de estar.

– Estudando, mãe! – respondeu ele, mesmo sem saber realmente o que havia acabado de ler em seu livro.

Passou a mão pelo rosto juvenil que a acne ainda marcava e soltou um muxoxo. Domingo já era deprimente. Com chuva, então, a situação piorava. Nada era animador, nada era divertido, nada entusiasmava. E o que mais, sua mente de dezenove anos indagava, ele poderia fazer?

Olhou desesperançoso para o celular e os fones que havia deixado sobre a cama. Jogou-se sobre ela novamente, enfiou os fones nos ouvidos e selecionou uma música no aparelho. Chuva sempre pede música. E, coincidentemente, música nem sempre é sinal de ânimo.


Beijos e até a próxima!

Anúncios

Deixe um comentário

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair / Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair / Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair / Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair / Alterar )

Conectando a %s