Metamorfose

Ah, aquela jovem mulher… Jovem mulher? Não! Uma menina, ainda!

Ela caminha cada vez mais para o crescimento. Ela ainda tem a liberdade como a sua maior esperança. Ela constrói, ela ergue, ela se reergue. Mesmo em sua fragilidade, ela tem algo de lutadora dentro dela. E no íntimo, ela sabe que ainda sairá vencedora de todas as batalhas.

Ela traz em seu coração muitos aprendizados. Muitas feridas. Muitas perguntas. Muito do que se viveu e muito do que não se viveu também. Sua vida não fora complicada. Na verdade, todas as suas cicatrizes tem a ver com questões a serem resolvidas com ela, com o seu lugar, com as suas pessoas. É cansativo, mas é necessário.

Esta noite ela acaba de ganhar mais uma cicatriz de guerra. Ou, ao menos, mais uma ferida começa a se fechar. Ela sente o incômodo desse momento. Mas ainda assim, em algum lugar do seu coração, ela também sente uma espécie de alívio, uma espécie liberdade, uma espécie de força que nem ela mesma compreende. Talvez porque este seja o momento em que ela perdeu. Mas também seja o momento que ela está ganhando. Talvez seja algo a impulsionando a seguir em frente, dando a ela um conforto que resulta numa enorme vontade de sorrir. Seus sonhos lhe aparecem na mente, todas as suas metas e seus objetivos. É hora de se desprender do passado aos poucos, dando tempo ao tempo, mas é a hora.

Ela tem consciência de tudo o que aconteceu. E vai levar seus erros e acertos nessa história para toda a sua vida. Sabe que fará parte de seu amadurecimento. E a fará mais equipada para as próximas batalhas que ela bem sabe: para o seu próprio bem, uma hora ou outra terá que travar.

Mas agora ela reflete. Planeja. Procura compreender o porque das viradas de página. Procura entender que cada coisa deve ficar no seu lugar, no seu momento. E isso é vida que segue.

Tudo o que ela pede agora é força e, acima de tudo, coragem. Que tudo ocorra bem, agora. Que tudo ocorra da forma que tem que ocorrer.

Boa sorte, garota!

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Se não desenho ilustrações, desenho textos!

Um dia desses, eu e uma colega estávamos conversando sobre alguma coisa que não me lembro. A única coisa de que me recordo, na verdade, foi de ter falado para ela que, se eu soubesse desenhar, ilustraria a personificação de cada estação do ano. Ela riu. Tenho que me acostumar com o fato de que minhas ideias mirabolantes podem causar espanto. Mas me digam… Por que essa surpresa toda? Tanta gente que é craque em desenho faz trabalhos tão legais… Personificam, parodiam, criam. E todo mundo admiro. Vai ver porque coisas assim são mais admiráveis na prática do que na teoria.

Mas, enquanto a garota com quem conversava soltava um muxoxo e ria, eu dizia no meu íntimo: “Bom… Não sei desenhar. Mas posso desenhar textos! E daí, nasceu um poema, que não gostei de escrever logo nos primeiros versos. Mas não porque estivesse ruim. É que eu percebi que estaria melhor como uma narrativa. Parece que estou saindo do meu momento poeta, rs. Organizei-o dessa maneira e… O resultado está logo abaixo! Nesse texto, eu falo sobre a chegada e a saída das estações do ano, na minha visão. Confiram, e por favor, deixem seus comentários, pois alegrão muito meu coração.

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