Não me mate de saudades…

Não me mate de saudades
Não se afaste tanto de mim
Não desenvolva essa vontade
De dar a nós um fim

Não me mate de saudades
Não esqueça a nossa história
Tivemos nossas tempestades
Mas tivemos nossas glórias

Não me mate de saudades
Nem que seja um pouquinho
Pois em mim ainda tem
De você um pedacinho!

Tirando leite de pedra

Ah, meus dezessete anos! Que saudades eu tenho! Naquela época eu estava no terceiro ano do ensino médio. Pela tarde, estava na escola. Pela manhã, um curso técnico que sequer concluí. Também, o que realmente eu pretendia estudando Desenho de Construção Civil? Desenhar nunca foi meu forte e matemática também não. Agora, imagine o tédio que eu não sentia em uma aula dessas, sob a luz branca da sala e o frio do ar condicionado? Isso sem mencionar o fato de eu estar acordada deste antes de cinco horas da manhã…

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