No doce dos seus sais

Em plena madrugada

Tua alma de poeta

Rola em sua mente

Te incomoda e te desperta

 

Lança mão, então

Dos teus instrumentos

Para tentar aliviar as mágoas

Desfazer-se dos tormentos

 

O que há esses dias?

Já não dorme mais

E os problemas lhe perseguem

Relaxe no doce dos seus sais

 

O sono não lhe invade

Frustração é o que arde

Dificulta, é pesado

E ainda há o resfriado

 

O que há esses dias?

Já não dorme mais

E os problemas lhe perseguem

Relaxe no doce dos seus sais

 

Meus amores, só para constar: estou muito chateada com vocês que lêem e não comentam. Curtida é bom, mas comentário é melhor ainda! Beijos!

Isabella Sousa

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A personalidade das torcidas de cada time do brasileirão

Futebol. Alguns não ligam, outros amam. Eu particularmente amo torcer e amo observar as pessoas torcendo também. Acho lindo ver famílias reunidas em estádios, amigos berrando abraçados e, o mais incrível na minha opinião, crianças torcendo. Aliás, eu sempre digo que criança e futebol são uma das misturas mais perfeitas.

Mas hoje eu não vou falar sobre o ato de torcer da mesma forma que falei no post De torcedor para torcedor. O objetivo deste post é iniciar uma série onde abordarei, de uma forma bem humorada, as personalidades de cada torcida dos times que estão na série A este ano. A ideia surgiu após uma palmeirense se gabar pela enésima vez da vitória do seu time e da derrota do meu (Esporte Clube Bahia). O assunto rendeu muitas provocações e risadas. Como são vinte clubes, vou colocar um em cada post, assim não fica algo longo e cansativo de se ler.

Antes de começar, porém, quero deixar algumas coisas claras:

1 – Este post tem o objetivo de fazer humor.

Tudo aqui é uma piada, e até o Bahia vai entrar na dança. Portanto, não se ofenda.

2 – Isso é o meu modo de ver as coisas.

Os torcedores do Corinthians podem não se identificar com o que escrevi. Os torcedores do Vasco também não. Os do Vitória, muito menos. Não é necessário que você se identifique, caso ache que eu descrevi sua torcida em nada. Esta é uma concepção minha, que surgiu com base na convivência com torcedores de alguns desses clubes, da maneira como alguns (ou muitos) se expressam, nas histórias dos times e das suas conquistas. Vou generalizar muito aqui, o que também não significa que a torcida seja inteiramente da maneira que eu escrevo ou que eu acredite que elas sejam assim. Lembre-se do item 1.

3 – Isso é sobre clubes e não sobre estados.

Aí está umas das minhas primeiras preocupações quando surgiu a ideia deste post. Quando eu estiver falando do Flamengo, tenha em mente que estou falando unicamente da torcida do Flamengo, e não do Rio de Janeiro ou dos cariocas. Quando lerem sobre os torcedores do Grêmio, lembre-se que estou falando da torcida de um clube gaúcho, e não do estado e nem do povo gaúcho. Quando digo São Paulo, me refiro aos amantes do time de futebol, e não ao estado de São Paulo ou aos paulistas. Não confundam as coisas. Até porque existe vascaíno pernambucano, corintiano amazonense e tricolor baiano gaúcho. E, se confundir ou achar que eu estou tentando insultar a sua terra e seus conterrâneos, volte ao item 1. Caso nada disso adiante, lembre-se que sou baiana e, morando em uma das terras mais atacadas verbalmente do Brasil, eu jamais ia postar um texto com a fachada de fazer humor, mas com a real intenção de ofender um determinado povo. Esclarecido isso, acho que podemos seguir.

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Metamorfose

Ah, aquela jovem mulher… Jovem mulher? Não! Uma menina, ainda!

Ela caminha cada vez mais para o crescimento. Ela ainda tem a liberdade como a sua maior esperança. Ela constrói, ela ergue, ela se reergue. Mesmo em sua fragilidade, ela tem algo de lutadora dentro dela. E no íntimo, ela sabe que ainda sairá vencedora de todas as batalhas.

Ela traz em seu coração muitos aprendizados. Muitas feridas. Muitas perguntas. Muito do que se viveu e muito do que não se viveu também. Sua vida não fora complicada. Na verdade, todas as suas cicatrizes tem a ver com questões a serem resolvidas com ela, com o seu lugar, com as suas pessoas. É cansativo, mas é necessário.

Esta noite ela acaba de ganhar mais uma cicatriz de guerra. Ou, ao menos, mais uma ferida começa a se fechar. Ela sente o incômodo desse momento. Mas ainda assim, em algum lugar do seu coração, ela também sente uma espécie de alívio, uma espécie liberdade, uma espécie de força que nem ela mesma compreende. Talvez porque este seja o momento em que ela perdeu. Mas também seja o momento que ela está ganhando. Talvez seja algo a impulsionando a seguir em frente, dando a ela um conforto que resulta numa enorme vontade de sorrir. Seus sonhos lhe aparecem na mente, todas as suas metas e seus objetivos. É hora de se desprender do passado aos poucos, dando tempo ao tempo, mas é a hora.

Ela tem consciência de tudo o que aconteceu. E vai levar seus erros e acertos nessa história para toda a sua vida. Sabe que fará parte de seu amadurecimento. E a fará mais equipada para as próximas batalhas que ela bem sabe: para o seu próprio bem, uma hora ou outra terá que travar.

Mas agora ela reflete. Planeja. Procura compreender o porque das viradas de página. Procura entender que cada coisa deve ficar no seu lugar, no seu momento. E isso é vida que segue.

Tudo o que ela pede agora é força e, acima de tudo, coragem. Que tudo ocorra bem, agora. Que tudo ocorra da forma que tem que ocorrer.

Boa sorte, garota!

Falta de tempo…

Que saudades eu sinto de postar alguma coisa por aqui… Gente, estou sem tempo para nada. Ou quase nada. Não parei de escrever. Parei apenas de postar. Isso não significa que vou dar uma pausa no blog. Não vou mesmo! Tudo bem que as coisas por aqui estão bem, digamos, abafadas, mas eu vou dar um jeitinho. Não posso parar agora que atingi, com Joguem suas garrafas no mar!, a marca de 10 posts! Isso sem falar nos meus queridos seguidores! 😉

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